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Letra Andréa Motta

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Liberdade


Alma
   Alma
que te quero branca
      que te quero pura
sem tormentos
         livre de angústias

Alma
   Alma minha
que te quero sem afogamentos
      que te quero primavera
sem deslocamentos
         livre de todas as angústias

Alma
   Minha alma
que te quero aconchegada
que te quero verão
livre de tempestades
      livre...
         livre...

Minha
   alma alma
que te quero plantação
que te quero confluência
absolvida de quimeras construções
      livre...
         livre...

Alma
   Alma minha
que te quero jardim
que te quero terra adubada
jardineira ilimitada na lida doação

Alma
   Alma Alma
que te quero todas as estações
que te quero sem conflitos
que te quero terra úmida
sem cascatas de lágrimas vertidas

Minha
   Minha alma
que te quero idealista
que te quero seresteira
      refletida  e serena
          povoada pela emoção

Alma
   Alma Minha
      que te quero cantarolando
          que te quero paz de espírito
              que te quero livre
                  livre...


Andréa Motta
25/09/03



Escrito por Andréa Motta às 22h34
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Afinidade


Tentei inutilmente acompanhar
Paulo Camelo na coroa de sonetos,
fui escrevendo rimas e versos
contei sílabas,conjuguei verbos, até cansar.
 
Descobri não possuir c'o soneto nenhuma cumplicidade.
Sinto doer o braço de tanto lasso
No entanto, sou teimosa, insisto neste passo
espelho-me em lisieux,nela busco unidade
 
e tento seguir seus rastros.
Esqueço a dor, a tempestade
risco o gerúndio dos meus traços.
 
De repente uma luz vem a mente
lembro dos poemínimos do Ricardo
volto a escrever aliviada,pois cada qual tem a sua arte.

Andréa Motta
19/02/05
 
* Dedicado a Paulo Camelo, Lisieux de Souza e Ricardo Mainieri


Escrito por Andréa Motta às 09h29
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Fojo

  • imagem retirada da Web

Não basta a ardência libidinosa do corpo.
Inseguro, o homem, em movimento quase estático
lança a chama...depois retranca e foge

Refuga a leveza do amanhecer
sem notar o céu carmim, amarga a noite
                                             que se encerra pálida.

Andréa Motta
30/12/04



Escrito por Andréa Motta às 09h32
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