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Letra Andréa Motta

Jardim de Poesia
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Mensagem de Natal

  Oração de Natal
  
Frei Navarro


Senhor,
começo a ouvir os primeiros toques
das músicas de Natal.
O meu coração começa a bater mais forte.
Não sei se é porque está acabando o ano
ou se é porque tenho muito que agradecer.
Se tenho que dizer para Ti,
para meus amigos,
muito obrigado...


São tantas as coisas que aconteceram.
São tantos os momentos que ocorreram neste ano.
que já me perdi em lágrimas, sorrisos, recordações...
São tantas e tantas coisas!
muito obrigado...

Sei que devo agradecer
por mais um ano,
mas, diante deste turbilhão de coisas e acontecimentos,
eu venho Te pedir...
e são tantas coisas que estou como uma criança,
diante de uma loja de brinquedos.

Senhor,
ensina-me a pedir!

Ensina-me a ter um coração de Salomão,
que só pediu sabedoria.
Um coração de criança,
que só pede amor.
Um coração de doente,
que só pede saúde.
Um coração de monge,
que só pede tranqüilidade.
Um coração de cego,
que só pede enxergar.
Um coração de guerreiro,
que só pede coragem.
Um coração de mãe,
que só pede união na família.
Um coração de pai,
que só pede que não falte nada.
Um coração de virgem,
que só pede realização na vida.
Um coração de médico,
que só pede para que possa ajudar os outros.
Um coração de sábio,
que só pede a paz.

Senhor,
que este pobre e humilde coração, possa neste Natal apenas bater uníssono com o coração de Cristo e que possa ter em minha mente um só pensamento: o Teu pensamento para que saiba dizer

Feliz Natal !

====
Desejo a todos um Feliz Natal
Muita paz, saúde e amor em 2005
e em todos os dias de suas vidas.


Não deixem de visitar Jardim de Poesia - Site
onde encontrarão Mensagens de Natal e Ano Novo.

Até Janeiro/2005, fiquem bem!!

Andréa Motta



Escrito por Andréa Motta às 08h45
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Covardia

  • imagem colhida da internet (autoria desconhecida)

Covardes palavras fugidias
que impedem a tradução dos sentidos
Covardes! Os sentidos
embrulhados em sonhos tolos
que impedem a visão da realidade.

Bem como, os comandos cerebrais
manipuladores do pensamento
que só externam emoções calculadas,
covardes!

Irrita-me
    o corpo inerte
         o grito calado
              a visão distorcida
     o café esfriando na xícara
     mais um cigarro queimando os pulmões

Substancialmente
        i
         r
          r
           i
            t
             a
              -
              me
não conseguir traduzir
                           por inteiro,
as madrugadas aprisionadas em mim.


Andréa Motta
05/12/05



Escrito por Andréa Motta às 07h15
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