Histórico
 Ver mensagens anteriores

Outros sites

 holocausto
 scriptum tremens
 Germina Literatura
 Lua Vazia
 Marcos Caiado
 ===
 A
 Abstracto Concreto
 Ademir Bacca - Blog
 Andarilho
 A Liberdade de Escrita
 A Liberdade de Imagem
 Aos Trancos e Barrancos
 Artéria
 Azenhas do Mar
 B
 Baby lónia
 Bancada Pa(r)a Lamentar
 Botequim Poético
 Blogalize
 Blue Eyes - no Sapo
 Blue Eyes no Blig
 Blue Eyes III
 C
 Casa de Paragens
 Catarseando
 Centro Cool Tural
 Cinzazul
 Concretismo
 Condemned Love
 Cumplicidades
 Curtas
 D
 Devaneios em imagens
 E
 Eroticidades
 Escritores & Poetas
 Espaço J
 F
 Fala Poética
 flip?flop?flup?...
 FM Poesias
 Folha de Cima
 G
 H
 I
 Intensidez
 J
 L
 Letras Pinceladas
 Líria Porto
 Livro Branco
 Livro em Branco
 Local Imperfeito
 Luna e Amigos
 Luz da Minha Alma
 Luz da Minha Vida
 M
 Mandala Sonora
 Manieri's Blog
 Mar da Poesia
 Maria Limeira
 Maria Frô
 Meu Porto
 N
 Neu (t)ras
 Novos Voos
 O
 O 5º Elemento
 Oceanus Accidentalis
 O Micróbio
 O Sabor das Palavras
 P
 Palavras Apenas
 Palavras de Algodão
 Palavras na Lamparina
 Paola Poesias - Blog
 Paola Poesias (Site)
 Pé Descalço
 Pimigas
 Poemas de Amor e Dor
 Poesiando
 Poesia e outras bobagens
 Poesia Sim
 Poesia Vadia
 Poesias - Casa da Cultura
 Poetas Lunares
 Poetry Never Die
 Porta Aberta
 Pra você que gosta de Poesia
 Prefácio
 Q
 R
 Re(a)talhos - Zeca Pestana
 Revelações by Dequinh@
 S
 Será o amor impossível?
 Sete Ofícios
 Shrine of Hipnos
 Sim ou Não
 Sintonia
 Sitio da Saudade
 Solange
 Sons
 T
 Telas de todas as cores
 Textos (quase) Proibidos
 The Cusco Eye
 Tou no Top
 Trilhas do Olhar
 U
 Uma andorinha no inverno
 V
 Versejar
 Valéria Mendez
 Voando pelo céu da boca
 Z
 Zuludasmeiasaltas
 ===
 ===
 Outras Pétalas...
 Ademir Bacca
 ... algumas pegadas
 Blue Eyes IV
 Haigatos
 Ilha Mutuns
 Isabel Filipe-Art&Design
 Obliq
 Palavras da Coral
 Sylvio Neto Poesia&Prosa
 Vida em Gotas
 ===
 
 
Meus Jardins
 Bordando Essências
 Jardim de Poesia no Sapo
 Jardim de Poesia - Fotografias
 ===
 ===
 Minhas Poesias
em Outros Sites

 No Germina Literatura
 No Lunas e Amigos
 No Paola Poesias
 No Portal Abrali
 No Portal Archote


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Indique este blog


O que é isto?

 

 


RAGNARÖK
Clique na imagem


 

Tua Canção
Música e Voz – Lara Santos
Letra Andréa Motta

Jardim de Poesia
email
 


Um Canto de Paz - Depoimento

  • imagem colhida na Web - Palácio Avenida

 

Curitiba, 03 de dezembro de dois mil e quatro.

Das janelas do antigo Palácio Avenida, mais de 100 crianças (órfãos e carentes) entoaram melodias de Natal. Cantaram o amor, a solidariedade, a paz e a amizade. Da pureza de seus corações convocaram o povo para junto com elas sonhar e cantar.

 

Aos poucos a docilidade de suas vozes foi envolvendo um a um dos que as assistiam; era possível sentir uma mistura de sentimentos e ver em cada olhar o brilho da emoção de ali estar.

 

A cada nova canção, no meio da rua, a multidão, a princípio acanhada, depois envolvida pela magia do momento, explodia de alegria. E com toda a força de seus corações com as crianças cantou e jurou.

 

Sim, o povo jurou e bradou: - "Eu levanto a mão direita, pra fazer um juramento e prometo que eu vou fazer a Paz!"

 

Ao som deste refrão a rua se encheu de amor.

 

Enquanto as crianças empunhando bandeiras de Paz repetiam a canção, aos pés do Palácio iluminado, o povo se abraçou, chorou e cantou numa só voz, numa só emoção, num só sonho...

 

Sonho de que a Paz é possível sim! E começa no coração de cada um...

 

Ainda trago os olhos brilhantes de emoção e só tenho uma coisa a lhes dizer:

“Eu prometo que vou fazer a Paz"  e você?

 

Andréa Motta

04/12/04



Escrito por Andréa Motta às 12h41
[ ] [ envie esta mensagem ]





Estigma

 

  • imagem retirada da web

Por sendas oblíqüas,
  violência urbana
       violência doméstica.
Delitos, impunidade e dor,
na penumbra das cidades.


Pelas esquinas,
           rostos anônimos,
corpos lanhados
           pelas marcas do desamor.


Não importa a idade,
                    classe social.
  Mulheres, tomadas pelo medo,
têm a alma amargurada,
                       a carne rasgada.


Nos olhares castigados,
não há lágrimas nem sorrisos.
Só um silencioso pedido de socorro
                  entre sonhos adormecidos.

O tempo, é como sopro,
leva sem remorsos,
       o silêncio da noite, os hematomas,
           as escoriações, as mãos vazias...

                     - ( não importa a identidade,
                         o coração partido,
                         o medo
                         a desventura) -

E, sem sofismas,
na alvorada traz a denúncia,
                   porta à liberdade !

Andréa Motta
30/11/04



Escrito por Andréa Motta às 20h33
[ ] [ envie esta mensagem ]





[ ver mensagens anteriores ]


 



referer referrer referers referrers http_referer