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Tua Canção
Música e Voz – Lara Santos
Letra Andréa Motta

Jardim de Poesia
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Bem te vi, Bem-te-vis!

  • imagem retirada da Web

Ao primeiro feixe de luz
em canto uníssono
celebram, os bem-te-vis
o despontar no horizonte
de mais um dia

Em vôos rasantes
de amarelo colorem
os pinheiros e jacarandás
da minha rua

Junto a outros pássaros
invadem galhos e espaços
se confundem as plumagens
os silvos se sobressaem

Indiferentes à rigidez do concreto
à poluição do ar
ao ruído dos veículos
contumazes gorjeiam
se espraiam entre o índigo
celestial e os homens

Inexpugnáveis
Serelepes
festejam na avenida
todos os dias a vida

Ave! Bem-te-vi

Vos retribuo em versos
de metria incerta
a calmaria da cotidiana
melodia

Vos saúdo com o mesmo trinar
Bem te vi, bem-te-vi!

Andréa Motta
15/10/03

NOTA:

Este poema não é novo mas, tem um significado especial para mim,
por dois motivos, um de caracter estritamente pessoal, e o segundo
por ser apreciado por uma AMIGA muito especial a quem o dedico.
Obrigada
Cris, pelo carinho.

Para conhecer mais de Cristina Miranda click aqui



Escrito por Andréa Motta às 19h17
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Ab-reação

  • imagem retirada da web


Hoje eu gostaria de escrever coisas bonitas
que fizessem meu coração sorrir,
no entanto, o grito amarrado na alma
é muito mais forte abduzindo-me da condução do desejo.

Lembro-me de um tempo não muito distante
perdido no passado quando tudo fluia em harmonia
foram dias de paz, paz interior onde não havia espaço
para a dor
            medo
                  melancolia,

só a rebeldia que me é inata
possuia lugar cativo..
esta pelo menos nunca me abandonou,
como também nunca atrapalhou meu sonhos.

Havia uma força intima imensa
uma vontade de crescer
de percorrer as serras interioranas
de descobrir todas as belezas do mundo.

Aos poucos fui percebendo a verdadeira face do universo
tão diferente daquela que povoava meus pensamentos,
uma realidade fria e calculista onde cada ser dito racional,
vive em exacerbada paixão de interreses próprios.

E a cada nova revelação passei a refrear meus sentidos
deixei-me engolir para não sofrer.
Reclusa em imagens que brotavam da minha própria consciência,
criei asas imaginárias, construi castelos suntuosos,
semei flores em todas as janelas
caminhei entre campos férteis e tridimensionais.
 
Fiz-me justiça, fui valente,
coloquei de lado armas e defesas.
Fiz-me água cristalina
Fiz-me vida.

Todavia, enganei-me mais uma vez.
Os sonhos podem até impulsionar o mundo
mas, não passam de reações inconscientes,
libertação fictícia.

Hoje não há palavras bonitas
não há sorriso nos olhos
tampouco estrelas desnudas
a vista em telhados de vidro

Há somente a intensa e crua
verdade de cada um armazenada
em preto e branco.

Andréa Motta
24/11/04
 



Escrito por Andréa Motta às 09h45
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