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Patrimônio

  • Porto de Paranaguá

No Paraná, ao pé da Serra do Mar ,
espraia-se a baía de Paranaguá,
onde o passado e o presente
unem-se em pródiga melodia.

Lá onde os verdes da floresta e o azul do mar
enleiam-se de tal forma que os olhos não conseguem
decifrar onde acaba a terra e começa o mar.


Outrora as paredes do casario colonial
testemunharam parte da história deste imenso Brasil.
Hoje testemunham a destruição do meio ambiente.

no céu rubras chamas
no mar óleo e metanol.
O manto da Senhora do Rocio
                        de negro se cobriu


O homem
a fauna
e a flora
padeceram

Eu trago o peito apertado
os olhos mareados
mas não perco a esperança,
mesmo que demore os tais 20 anos....,
hei de voltar a assistir a mão de Deus sobre
o litoral do meu Paraná.

Cevando a fome
de vida marítima nos manguezais.

Andréa Motta
20/11/04



Escrito por Andréa Motta às 13h32
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Tear

  • Imagem colhida na web

Durante muitos anos teci sonhos de cetim
percorri estradas habitadas por duendes
                                                e serafins
Acreditei na luminosidade destas criaturas,
                                                   e fui feliz.

Pouco a pouco em meu caminho pude avistar
espinhos afiados,não houve tempo de os desviar,
então compreendi que a vida não passava d'uma
                                                      teia de sofismas.

Senti sangrar cada retalho de mim,
ao largo fui deixando tudo aquilo
que viesse me magoar.

Segui como autômata,
caminhando ora em linha reta,
ora à direita, ora à esquerda
sem olhar para trás.

Pelo caminho deparei com bancos vazios,
                             luas cheias e mingüantes,
horizontes coloridos, fome
                           e pessoas de todos os gêneros.

Vi a guerra
     sonhei a paz
 fiz a guerra
               e a paz
               a minha interior

Hoje, depois de tantas léguas
só tenho uma certeza,
                   de que devo viver
                               um dia a cada vez.

Andréa Motta
14/11/04



Escrito por Andréa Motta às 15h17
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Embutido

  • imagem retirada da web

Eu queria ser muito mais
do que este emaranhado de indagações.
Queria domar a amargura
e desabrochar como amaranto


Ser mais amante,
                       efervescente,
                               para perder-me em desvarios.

No entanto, continuo apenas
                                    po
                                      e
                                    ma
                          embolorando no armário.

Nem a noite companheira,
                       em sua constância
afresca a surdez do paladar

E o palavreado perece,
                        feito seco junco,
no vale do teu quixotismo e sarcasmo.

Andréa Motta
14/11/04



Escrito por Andréa Motta às 18h20
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