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Tua Canção
Música e Voz – Lara Santos
Letra Andréa Motta

Jardim de Poesia
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Despedida

Um dia a ti escrevi as mais puras rimas
dei-te meus cheiros, meus sons e cores
estampei a folha vazia com a melodia
que corria por minhas entranhas e veias

Dei-te tanto...
todos os meus gestos, meus segredos
e sentidos. Dei-te toda a força
da amizade que de mim jorrava

Foste imaginário amigo,a minha verdade,
minha ancora, minhas pernas e braços
mas partiste sem uma palavra,
como só partem os covardes...

Não quero mais sentir este nó
que sufoca meus olhos,
cega meu grito,
cala minha pele.

Não há mais lugar para perdas
nada mais contabilizo,
Compreendi que meros momentos fugidios
     não levam a lugar algum.

Pois vai...
perde-te nos emaranhados
                   (da tua própria dor)
quem sabe um dia percebas
que estive ao teu alcance e
                           deixaste-me escapar....

Andréa Motta



Escrito por Andréa Motta às 09h14
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Cafeína

Nada escapa-me à visão
nas entrelinhas dos teus olhos,
quando encampo teus dedos
à minha epiderme.

sem palavras,
              medeios
                        ou segredos

Apenas tato
              texturas
                       e respirações.

Andréa Motta
17/10/04



Escrito por Andréa Motta às 17h58
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Fragilidade

Sons se propagam numa avalanche
de vibrações elétricas.
Entre efêmeras paisagens do deserto
ouço o vento cego, percorrer a noite
numa eterna procura por respostas

para a fragilidade
                e  leviandade humana.

Como réplica à detração
   areia fina,
                 cal
                  e cimento


Cheiro de terra úmida
                 e muita poesia
                           a embalar meus sonhos de criança.


Andréa Motta
17.10.04



Escrito por Andréa Motta às 23h10
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Rabularia

Cantei encantos e desilusões,
como indestrutíveis verdades,
    (ainda que só minhas fossem)
cada peça formava uma identidade maior.

Chorei sentimentos mutantes,
na dispnéia dei  à luz a apetites loucos
expostos em tecido rubro-branco-azul.

Li e reli a textura do corpo,
todos os parágrafos e pontos da lingua
trêmula nua em frenética aventura
pela epiderme dos lábios.

Sonhei um horizonte tatuado
nas pétalas que te revelam
pintura dum mar ausente
alimento distante e presente
nas curvas da minha alma

Fui represa de sonhos passivos,
hoje despertei enluarada.
Sem trégüa, tenho o vento
zunindo ao meu ouvido.

Exigindo que minha voz dedilhe
e transforme numa fração de segundos,
argumentos adormecidos e inexperientes traços
em rebeldes paisagens de ficção e realidade.

Silente acrobata lanço essências
versejo com imprecisas rimas
Sorrio...
  o choro incontido
     o sentido implícito do desejo
         a variante volatil da verdade

                       Finjo que provo e concluo
                                 rabulices e nada mais....

Andréa Motta
27/06/04



Escrito por Andréa Motta às 23h55
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