A Chama Renato Gusmão e Andréa Motta

A CHAMA Meu poema"é fogo que arde" é moda de viola, que se alastra sem fazer alard...e! é canto de pássaro raro "O fogo é de agora é o mesmo quente de outrora ferve e devora" O canto é de agora é o mesmo vibrante de outrora serenata que aflora é fogo é moda de viola que se alastra ferve e devora 07/02/20011 Andréa Motta e Renato Gusmão
Escrito por Andréa Motta às 09h50
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Mensagem de Natal - 2010

Concede-me, senhor, a graça de ser boa, de ser o coração singelo que perdoa, a solícita mão que espalha,sem medidas, estrelas pela noite escura doutras vidas e tira d''alma alheia o espinho que magoa. Helena Kolody - Que as festas de inicio de novo ano iluminem seu espírito e reavivem seus sonhos de renovação e esperança de vivermos em espírito de Natal por todos os novos dias de 2011.” S U C E S S OO
Escrito por Andréa Motta às 10h49
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TemPo Andréa Motta

TemPo Andréa Motta Cada momento ultrapassa no ensejo da lida ao som dos impasses trilhas de despedida Assumo sou caiçara!
Escrito por Andréa Motta às 11h05
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Um poemeto Andréa Motta

Flagrante poético. na manhã ensolarada, Uma delicada azaléia. Andréa Motta
Escrito por Andréa Motta às 10h07
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Pequeno felino solitário sobre a árvore: Maragaí em extinção! Andréa Motta
Escrito por Andréa Motta às 09h34
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Feliz Ano Novo!

Feliz 2010! "Precisamos viver o sonho e a certeza de que tudo vai mudar... É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os desejos não precisam razão, nem o sentimentos motivos... O Importante é viver cada momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem sabe ver... Desejo que em 2010 VOCÊ: Realize todos os seu sonhos Descubra a cada dia coisas novas para realizar esses sonhos Não tenha medo de viver o momento em que eles acontecerem E descubra novos sonhos nesse momento... para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, Você, minha Amiga,meu amigo, tem que merecê-lo, tem que fazê-lo NOVO!!...". (Carlos Drumond de Andrade)
Escrito por Andréa Motta às 09h52
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[haicai - Andréa Motta]

branquinha na relva a primeira densa geada. Pássaros acanhados Andréa Motta
Escrito por Andréa Motta às 08h40
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Evidências Andréa Motta

Evidências Andréa Motta Tocadas pelo vento sombras vagueiam indóceis pelos vértices d'alma.
camarinhas salgam a face do silêncio estrangulam-se entre o medo e a angústia Arde o pensamento. Células, fibras e nervos em convulsão misturam-se às idéias arrebatam-as do rés do chão já não há hipoxia não existem mais estilhaços atrás das couraças nem no fundo do mar O vento soprou do exílio as palavras.
Escrito por Andréa Motta às 09h26
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Dialogando com Vinícius de Moraes Andréa Motta

Fotografia de Andréa Motta. Todos os Direitos Reservados. Maresia a beira-mar "um dia pra vadiar" benções Yemanjá. ** Majestoso encontro: "o mar que não tem tamanho" Vinícius e Toquinho. ** Um rastro branquinho "E, um arco-íris no ar" Ícaro Moderno. Andréa Motta (20.06.09)
Escrito por Andréa Motta às 09h26
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noite de verão aguaceiro explode íntimo as tuas mãos de luar Andréa Motta
Escrito por Andréa Motta às 12h08
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Linha vã Andréa Motta

Linha vã Andréa Motta Singra o olhar nas vagas Incertas do sonho. Cede à brisa A vertigem do poema
Uma andorinha voa No céu da boca. Cede à tempestade O imaginário do verso Fragmentado, Não é incapaz De alimentar a palavra Que se faz rito
Escrito por Andréa Motta às 06h59
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Violações Andréa Motta

Violações Andréa Motta Nesses dias mormacentos Sem algo a dizer Dormita a voz do eco
No silêncio branco Apenas escuto As pequenas memórias Trazidas pelo vento tardio Na rua do mundo, a nudez poética é conversa fiada A esquerda da vírgula, Um afeto literário, Além do olhar O choro insistente 27/01/09
Escrito por Andréa Motta às 10h48
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Curitiba - 316 anos
Em 29.03.2009, Curitiba completa 316 anos. Abaixo uma breve homenagem. 
Curitiba. Andréa Motta No isolamento do planalto Pleno de araucárias nasceu a Curitiba de múltiplas facetas e tantos sotaques,
da boca maldita, (bem dita) tribuna que sem cerimônia tudo fala, ouve, vê e articula A Curitiba de todas as gentes de todas as lutas e de todas flores. ainda que a pobreza ronde seus filhos que proliferem as favelas que a violência esteja descontrolada e o trânsito caótico. e a sutileza dos contrários perpasse olhares contemporâneos em sua mais cara essência serás para sempre a Curitiba de todos os sorrisos
Escrito por Andréa Motta às 08h24
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Trilhas do Olhar Andréa Motta

Trilhas do olhar Andréa Motta Na textura diluída dos signos O prazer grita a melancolia Melodiosa do vento
Um pequeno sabiá e seu canto impertinente as quatro e meia da manhã Desnuda a aurora Cumplicidade azul e circunstancial Sustenta o olhar 26/01/09
Escrito por Andréa Motta às 08h23
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Graúna Andréa Motta

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- Graúna: Fotografia de Andréa Motta
Graúna Andréa Motta Para Marcos Caiado tu és o verso que não se perde, voa incolume e puro és a poesia que se espraia com o vento da madrugada ardência indelével semeando silêncio pleno reticências. 07/01/09
Escrito por Andréa Motta às 12h01
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